

Os governos militares que assumiriam a partir do golpe de Estado do ano seguinte certamente iriam se preocupar em "disciplinar" publicações com influência em público bem maior.
E até hoje os brasileiros parecem estar sempre a um triz de terem suas escolhas controladas pelo Estado, desde o que ver no pacote de canais que contratou e pagou espontaneamente, o tom que um periódico deveria usar para expressar sua opinião acerca de um julgamento histórico, se um pai pode optar por comprar um lanche com brinquedinho para seu filho...
Já legislar e governar de verdade, ou seja, trabalhar efetivamente, seria muito mais cansativo, como bem sabemos o respeitável público.
Por E. Rodrigues
